Essa peça, Flavia Aranha, foi tingida através de um processo de inovação industrial, aliando o tingimento natural e os avanços tecnológicos da indústria. Pigmentos desenvolvidos em parceria com Química Inteligente, uma empresa que pesquisa e busca inovação e preparações químicas sustentáveis para a indústria têxtil, reduzindo o impacto de químicos nocivos ao meio ambiente.
Encontro criativo entre Flavia Aranha, o parabotânico Jorge Ferreira, o designer Gil Prado e o gravurista Artur Soar, que mergulharam na Floresta para revelar graficamente as belezas naturais através da técnica de monotipia, que navega pela poesia do processo presente: tinturar e carimbar a matéria prima, apenas uma chance para revelar o processo, recomeçar, se necessário.
A planta retratada nessa peça é nativa da Mata Atlântica, o pau-brasil emprestou
a força de seu nome para uma terra inteira. Suas flores amarelas atraem abelhas durante o inverno e oferecem néctar no período de quietude da floresta. A madeira avermelhada que já tingiu os mares das caravelas, é chama que arde tanto na madeira quanto na flor, sua história é também a história do Brasil.